Toques
Espirituais
do
Mestre Aivanhov
Wagner
Borges
Há
alguns dias, vi o mestre Aivanhov. Fazia muito
tempo que eu não o via,
pois ele tem trabalhado muito no Astral referente
à Europa. Ele me disse:
"Pense
no Cristo abraçando as multidões
de sofredores dos caminhos do mundo e do Além..."
Ontem
eu o vi novamente. Ele estava com uma expressão
de intenso
contentamento e seus olhos estavam coruscantes.
Por diversas experiências
anteriores, sei que esse brilho especial nos
olhos denota grande grau de
lucidez espiritual.
Na
hora em que ele apareceu, eu estava assistindo
um documentário na
televisão. Pensei em desligá-la
e fazer um trabalho de energia para ver o
que estava rolando. Porém, ele fez um
gesto com a mão e disse-me que estava
só de passagem, que estava visitando
os amigos e compartilhando
silenciosamente o seu contentamento espiritual.
Ele
sorriu, e, em seguida, desapareceu na minha
frente.
Lembrei-me
do seu toque de dias atrás: "Pense
no Cristo abraçando as
multidões de sofredores dos caminhos
do mundo e do Além..."
Ainda
agora, enquanto eu escutava o trabalho mais
recente do músico e
vocalista inglês Phil Collins* (estou
de férias desde ontem), fechei os
olhos para apreciar melhor as músicas.
Notei
que o meu cérebro estava acelerado e
que minhas energias estavam todas
concentradas na cabeça. Isso é
comum depois de uma temporada de muito
trabalho, e muitas pessoas ficam assim por dias
até a mente processar que é
época de descanso e renovação.
Consciente
desse mecanismo, deslizei a atenção
para dentro do baixo-vente,
entre o chacra umbilical e o chacra sexual,
para descansar a mente ali no
ponto que os japoneses chamam de "Hara"
(parte inferior da barriga, centro
de gravidade do corpo) e os taoístas
chineses de tan t'ien inferior ou
"Ching" (o lugar da essência
vital).
Esse
deslizamento consciencial para o Hara descansa
a mente e faz com que o
foco da atenção saia da cabeça
e deixe de pressionar o cérebro com sua
agitação.
Senti
o prazer de descansar a mente em meio as forças
vitais abundantes do
baixo-ventre (área que muitas pessoas
não gostam de trabalhar devido aos
condicionamentos religiosos antiquados sobre
a sexualidade).
A
seguir, deslizei a atenção para
o centro do peito. Percebi ali dentro uma
massa de energia rosa-carmesin se expandindo.
Gradativamente fui sendo
tomado por uma sensação de suave
contentamento. Então, lembrei-me de vários
parentes e amigos, e emanei do próprio
peito um monte de luz rosa-carmesin
na intenção deles, desejando PAZ
E LUZ em suas vidas.
Nesse
instante, percebi os pensamentos do mestre Aivanhov
dentro do meu
peito. Ele não estava espacialmente no
meu ambiente, mas à distância,
sei lá
em que plano vibracional. No entanto, parecia
que ele estava dentro do meu
peito sorrindo. Daí, em meio aquela luz
rosa-carmesin maravilhosa, ele me
disse o seguinte:
"Meu
rapaz, bem-querer é compartilhamento
de consciência, amor e brilho.
Tocar os entes queridos com a essência
interior equivale a ser amparador
invisível deles. Compartilhar a luz d'alma
dessa maneira enriquece os
relacionamentos e equilibra as energias nos
centros vitais. Visitar a alma
dos amigos com toques silenciosos de PAZ E LUZ
é o verdadeiro presente de
amigo secreto."
Permaneci
um tempinho nessa condição de
contentamento íntimo difícil de
explicar por palavras. A seguir, vim aqui para
o computador escrever o que
rolou.
PS:
Interessante. Agora a minha expressão
e o meu olhar estão cheios daquele
contentamento e brilho que vi no mestre Aivanhov.
Acho que ele agora deve
estar visitando interdimensionalmente outros
amigos por aí, e dizendo-lhes
no mais secreto da alma: "Pensem no Cristo
abraçando as multidões de
sofredores dos caminhos do mundo e do Além..."
(Esses
escritos são dedicados à Heleninha
e à Maria Luz, minhas duas
estrelinhas-filhas, e aos meus amigos daqui
e de outros planos vibracionais,
desse e de outros orbes)
PAZ
E LUZ.
Wagner
Borges
São
Paulo, 20 de dezembro de 2002, às 18h
Notas
escritas em 22 de dezembro de 2002.
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